"Quando secam os oásis utópicos, estende-se um deserto de banalidade e perplexidade.” J.Habermas
quarta-feira, 17 de março de 2010
Mídia convencional, mídia digital e outras defesas
Outra se trata da reforma visual do Estadão. Artigo de Dines. O Estadão inovou aos 135 anos de vida e, se duvidar, uma hora apaga a velinha dos 365 dias sob censura. Dines continua sob argumentos da 'falta de compromisso' no jornalismo, etc, jornalismo de descrédito, etc, e na defesa da perenidade do papel, etc. Também defendo, etc., etc, senao nem leria mais o Dines. No artigo, o velho guerreiro (para o Dines) rasga-se de elogios para a nova 'cara' do Estadão e dá a certeza que, no Brasil, o jornal não tem data para acabar. O artigo comenta a qualidade, a elegância, e o conteúdo (ufa! ainda bem que tem inovação) falando que a entrevista com o Umberto Eco é 'tomada de posição.
E É uma entrevista 'muy buena' do 'outro velho guerreiro' de 78 anos, conhecido pelo clássico "O nome da Rosa", pelo útil que está a minha frente "Como se faz uma Tese', entre outros. Eco, falando com ele já íntima, diz que o livro, um produto de cinco séculos, é uma invenção consolidada como a roda. Depois que inventaram, só vai, nao tem como deter. Defesa total do impresso sem desprezar os digitais.
O homem tem duas coleções básicas de livros: uma com 30 mil volumes e outra com 50 mil volumes, e ainda fala que estão ali porque ainda não os leu: os lidos estão nas bibliotecas. O bom é que ele tem senso de humor e gosta de Ratatouille, como eu (rs).
De tudo isso, fico contento com o artigo que escrevi sobre o jornalismo impresso e online, em 2007: tá valendo!
terça-feira, 16 de março de 2010
Cargo vago: ministro das comunicações
O responsável pela indicação é o PMDB.
Não sei o que é mais absurdo, a escolha por uma segmentação partidária ou as pretensões do presidente que, pelo que tudo indica, tem intenções objetivas para que o proximo comunicador cuide de 'amaciar' a candidatura da dilma.
É preocupante o que se pensa dos profissionais de comunicação. E mais preocupante o que fazem após escolhas sem nenhuma consideração aos ouvidos, olhos e raciocínio dos receptores. Mediadores falsos ou fajutos? Fajutos e falsos.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Análise de gatekeeper
| CF em Campo Grande |
| Publicado em : 11/ 02/ 2008 15:59 | |
Campanha da Fraternidade 2008 emociona participantes em Campo Grande de Cecília Soares de Paiva* Com alimentos e objetos simbólicos de enxoval, grávidas de variados meses de gestação sentaram-se na primeira fileira de uma assembléia de mais de três mil católicos, entre religiosos e religiosas, crianças, jovens e adultos, representantes de paróquias e comunidades. Todos reunidos com o mesmo objetivo de valorizar a vida, lotando o Ginásio Poliesportivo Dom Bosco no primeiro domingo da Quaresma, dia 10 de fevereiro. Cecília Soares de Paiva, jornalista. Fonte: www.revistamissoes.org.br | |
| Atualizado em ( 12-Feb-2008 |
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Comunicação solidária é tema de encontro internacional em Porto Alegre
O Mutirão de Comunicação América Latina e Caribe reuniu comunicadores para discussão de uma cultura mais solidária e de respeito à diversidade cultural, ocorrido entre os dias
Como resultado, o Muticom aprovou a Carta de Porto Alegre, contendo análise dos "Processos de comunicação e cultura solidária" debatidos durante mais de 40 horas por estudiosos, técnicos, especialistas e atuantes da comunicação na América Latina e países caribenhos.
Também foi publicado o livro em versão eletrônica “Mutirão de Comunicação: textos acadêmicos”, organizado pelos professores Pedrinho A. Guareschi e Maiko Deffaveri. De acordo com os responsáveis, o formato digital facilita o acesso aos interessados em prosseguir nas discussões, bem como àqueles que se encontram distantes, em outros países latinos e caribenhos. São 61 contribuições escritas em espanhol e português, de acordo com o lugar e a cultura autoral. São contribuições teóricas e experiências de novas práticas comunicacionais que podem ser acessadas no http://www.muticom.org/internet/index.htm.
Cecília de Paiva, Jornalista, texto para publicação como colaboradora da Revista Missões.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Presidente Chávez defende poder comunal na Venezuela
Presidente Chávez defende poder comunal na Venezuela
http://www.prensa-latina.cu/index.php?option=com_content&task=view&id=164354&Itemid=1
Caracas, 21 fev (Prensa Lat
A melhor e a mais radicalmente democrática das opções para derrotar o burocratismo e a corrupção é a construção de um Estado comunal capaz de ser um esquema institucional alternativo na mesma medida em que é reinventado permanentemente, asseverou o presidente.
Em sua habitual coluna dominical Las líneas de Chávez, o presidente bolivariano destacou que a nova lei abre ainda mais as portas para a distribuição do poder nas mãos do povo.
Dessa forma, ressaltou, o Estado adquire maior eficácia e eficiência, sustentado na unidade como premissa para cumprir com as funções que a constituição outorga.
"Uma e outra vez eu disse: a realidade territorial venezuelana deve ser transformada e, por isso, a necessidade de configurar uma geometria do poder que se transforme na reordenação popular, comunal e socialista da geopolítica da Nação".
O presidente recordou a frase do Libertador Simón Bolívar quando escreveu: Eu anteponho sempre a comunidade aos indivíduos. "Tenho aqui o espírito e nervo motor do nosso Bolivarianismo atual, o comunal, o social antes de mais nada e sobre todas as coisas".
A recente legislação foi divulgada no parque El Calvario de Caracas, onde se inaugurou uma estátua do General Ezequiel Zamora, líder do campesinado, a 151 anos da Revolução Federal (1859-1863).
Não podíamos dar a Zamora, então, maior homenagem que a entrega ao nosso povo de uma lei destinada a contribuir com sua libertação definitiva, sentenciou.
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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Ainda em CANCLINI
Hace pocas semanas Alejandro Piscitelli dijo en una entrevista que el docente debería ser como Dr. House, John Locke o Michael Jackson, ¿el sistema educativo está preparado para estos perfiles de un docente que sea más cuestionador que solucionador de problemas y que además utilice toda la parafernalia espectacular para llegar mejor a los estudiantes?
En parte es una sugerencia útil pero me parece que uno podría hacer varias aclaraciones:
La primera es que ciertos hallazgos de espectacularización, de seducción mediática, que uno encuentra en estos personajes de los medios ya existían anteriormente en cierta literatura que se publicaba solo en papel, desde los autores de las novelas de folletín del siglo XIX hasta figuras como Umberto Eco o Susan Sontag que supieron incorporar a sus mensajes las estrategias comunicativas de fascinación de los lectores o de las audiencias en otros medios.
La segunda aclaración es que la tarea de la escuela y de los medios llamados culturales, como la televisión cultural, que no es una denominación muy feliz, tendría que mostrar a las audiencias y a los alumnos que el mundo no acaba en la pantalla, y que a veces acaba mal, como le ocurrió a Jackson, que hay otros mundos posibles, que hay otros modos de revisar el lenguaje, las relaciones entre cultura y espectáculo, entre novela y video. La tarea de la educación en la actualidad es, en gran medida, cómo usar esa enorme oferta que vienen en todos los servicios digitales, cómo orientarse en ese universo donde es difícil discernir. Y a su vez, la posibilidad de crear con esos recursos. La concepción misma de crear ha cambiado, a partir de estos nuevos formatos e intermediarios.
Canclini na Chasqui de agosto
Entrevista muito interessante com Néstor Garcia CANCLINI na Revista CHASQUI, CIESPAL
Desinformación y reconocimiento: Dos nuevas categorías en la sociedad actual
Colocações de um grande estudioso no alto de suas observações e com algumas obviedades poucos perceptiveis pela maioria. Destaco uma pergunta que merece ficar no banco de dados para utilizar depois..
Hay quienes dicen que hablar de consumo es ser mercantilista y muchos comunicadores van en contra de esa propuesta. ¿Cuál es su opinión?
Es una vieja discusión. Ya en los años ochenta los estudios que se hicieron en América Latina, en Inglaterra, en Francia, distinguieron entre consumo de bienes materiales y consumos simbólicos, y se reconoció la importancia de la dimensión simbólica no monetaria o no mercantil en los procesos de consumo.
Las discusiones más interesantes fueron las que llevaron a nombrar los procesos de consumo como procesos de apropiación, recepción, a buscar otro tipo de nombres que reconocieran el papel activo de los consumidores. En rigor, en las teorías contemporáneas del consumo, también se habla de que el consumidor no es un ser pasivo, sino un actor que ni siquiera está al final del proceso de producción-circulación, sino que a veces puede generar producción… Se habla del reciclaje, del uso del consumo como un momento creativo que desencadena nuevos ciclos en la circulación de los bienes.
Un Dj, por ejemplo, toma un producto que preexistía como disco, pero con eso crea otro que podemos decir surge del consumo, del acto de usar el disco, pero genera otras grabaciones de esa experiencia, un prestigio, una circulación del propio Dj como actor cultural. Entonces, lo que vemos es un proceso más bien circular, poco centralizado, en el cual los distintos aspectos del consumo cultural, tanto material como simbólico, se reordenan constantemente como destinos y como iniciadores de los procesos culturales.
Entrevista completa no http://chasquirevista.wordpress.com/2009/08/12/desinformacion-y-reconocimiento-dos-nuevas-categorias-en-la-sociedad-actual/