Apesar de começar com um dos mais famosos gerúndios, o site Fazendo Media está bem interessante esta semana. Para quem não foi no Simpósio de Comunicação e Cultura da América Latina, por exemplo, tem um artigo bastante interessante do Paulo Pastor sobre o evento. http://www.fazendomedia.com/?p=3237
Outro artigo que está na capa de hoje é 'Sobre Mídia e Política' do Marcello Salles analisando a tragédia desta semana no Rio de Janeiro. Uma situação de tristeza bem numa época em que se discutem as fatias do bolo financeiro relacionado ao pré-sal.
É uma dica boa acompanhar o http://www.fazendomedia.com/
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"Quando secam os oásis utópicos, estende-se um deserto de banalidade e perplexidade.” J.Habermas
sexta-feira, 9 de abril de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Celacom 2010 II
Aos interessados no evento e nas participações nos grupos de estudo, a organização avisou que as inscrições e envio de trabalhos foram adiados para o dia 30 de abril. Vai ser possível reunir mais pesquisadores, rever amigos, comparar e analisar estudos! Olha só:
Celacom 2010 - Inscrições adiadas
Prazo foi adiado para o dia 30 de abril.
O evento ocorre entre os dias 17 e 19 de maio, na Fundação Memorial da América Latina (São Paulo - SP). O tema central é "Televisão na América Latina: 60 anos de Aculturação, Mestiçagem, Mundialização"..
O Celacom - Colóquio Internacional sobre a Escola Latino-Americana de Comunicação - comemora em 2010 os 60 anos de televisão no Brasil, a primeira da América do Sul e a segunda da América Latina. .
O PRAZO PARA ENVIO DOS TRABALHO FOI ADIADO PARA O DIA 30 DE ABRIL. .
O link http://www2.metodista.br//unesco/index.htm
inclui informações para saber sobre a formatação dos trabalhos, conferir a programação, inscrever os trabalhos, preencher a ficha de inscrição e tudo o mais que o candidato necessitar. Caso ainda queira mais informações o telefone é(11) 4366-5819.
boa sorte a tod@s!!
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Celacom 2010 - Inscrições adiadas
Prazo foi adiado para o dia 30 de abril.
O evento ocorre entre os dias 17 e 19 de maio, na Fundação Memorial da América Latina (São Paulo - SP). O tema central é "Televisão na América Latina: 60 anos de Aculturação, Mestiçagem, Mundialização"..
O Celacom - Colóquio Internacional sobre a Escola Latino-Americana de Comunicação - comemora em 2010 os 60 anos de televisão no Brasil, a primeira da América do Sul e a segunda da América Latina. .
O PRAZO PARA ENVIO DOS TRABALHO FOI ADIADO PARA O DIA 30 DE ABRIL. .
O link http://www2.metodista.br//unesco/index.htm
inclui informações para saber sobre a formatação dos trabalhos, conferir a programação, inscrever os trabalhos, preencher a ficha de inscrição e tudo o mais que o candidato necessitar. Caso ainda queira mais informações o telefone é(11) 4366-5819.
boa sorte a tod@s!!
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terça-feira, 6 de abril de 2010
Celacom 2010
CELACOM 2010 - XIV Colóquio Internacional sobre a Escola Latino-Americana de Comunicação -
Ultimos dias para enviar trabalhos para participação nos GT’s, a data limite é até 10 de maio de 2009 - SÁBADO - com preferência para o Tema Central: Televisão na América Latina: 60 anos de Aculturação, Mestiçagem, Mundialização.
O evento será no Memorial da América Latina, São Paulo, entre os dia 17-19 de maio de 2010.
Se correr, dá tempo:
http://www2.metodista.br//unesco/index.htm
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Ultimos dias para enviar trabalhos para participação nos GT’s, a data limite é até 10 de maio de 2009 - SÁBADO - com preferência para o Tema Central: Televisão na América Latina: 60 anos de Aculturação, Mestiçagem, Mundialização.
O evento será no Memorial da América Latina, São Paulo, entre os dia 17-19 de maio de 2010.
Se correr, dá tempo:
http://www2.metodista.br//unesco/index.htm
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Gutierrez Fortes
O Prof. Dr. Waldyr Gutierrez Fortes faleceu hoje, em Londrina, segundo anúncio do site de notícias da UEL. A perda é sentida pelos estudiosos de Relações públicas. Mestre e doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo, era professor do curso de graduação em Relações Públicas da Universidade Estadual de Londrina-PR. Ministrava aulas para cursos de pós-graduação em Comunicação e deixou diversas publicações e o portal RP e Transmarketing - http://www.portal-rp.com.br//
Coceira
Não isso não, me dá coceira... eu to que to.. faz três dias que volta e meia essa música teima em ser lembrada. Nem sei o que diz toda a letra - de música não entendo bulhufas - minha cultura é de ouvido. Creio que não é bem a letra, é mais o ritmo. Na verdade eu sou fã de muitas interpretações da Simone, são ótimas.
Sonho Meu por exemplo é um ritmo muito bom. Esse sambinha é da Dona Ivone Lara e isso eu sei porque pesquisei para citar em um dos capítulos do Atlântico nos Separa. Embala a parte em que chego em Portugal para pesquisar. Sonho meu, sonho meu, vai buscar a quem mora longe, sonho meu...
Quantas outras músicas vão marcando a nossa vida... Se eu fosse fazer uma retrospectiva, cada momento tem uma trilha sonora. Mas seria muito lembrar de cada trilha porque o senhor do tempo traz o esquecimento, ainda mais que todo dia aparece uma música nova, daquelas que melhoram o dia-a-dia ou aquelas chatésimas que também envolvem porque não param de tocar. Ao lado da minha casa, por exemplo, tem uma república que, se um dia parar de fazer algum som, vou pensar que me mudei. Mas o pior é quando começam a cantar. Aí mora o perigo, como dói.
Só não me incomoda tanto porque já entrou no meio dos outros barulhos e me concentro no isolamento do raciocínio. Até porque entendo a necessidade de expandir o instrumento mais rápido de comunicação: começamos todos pelo uga buga antes de aprendermos a falar mamãe! Eu to que to!!!
Fiquei até curiosa para relembrar a letra. Com a ajuda do terra, não tem dificuldades:
Tô Que Tô
Vem cá de qualquer maneira
Balança minha roseira
Me bate de brincadeira
Me chama de traiçoeira...
Me tranca na geladeira
Apaga minha fogueira
Promete qualquer besteira
Que eu fico toda faceira...
Tortura essa brasileira
Me arranha com a pulseira
Me enforca na trepadeira
Pendura minha chuteira
Menino, mas que zoeira!
Cadê meu advogado?...
Eu Tô Que tô! Eu Tô Que Tô!
Eu Tô Que tô! Eu Tô Que Tô!
La luz a la media boca
Besame mucho loca
Não, isso não
Me dá coceira
La luz a la media boca
Besame mucho loca
Não, não, não isso não
Me dá coceira...
Vem cá minha compoteira
Balança essa pasmaceira
Me bate com a cabideira
Me chama de lavadeira...
Não grita, não dá bandeira
Periga marcar bobeira
Quebrei o pé da cadeira
Cuidado com a cristaleira...
Segura, me deu gagueira
Eu juro que é verdadeira
Disfarça e chama a enfermeira
Tá dando uma tremedeira
Mamãe, viva o Zé Pereira!
Cadê meu advogado?...
Eu Tô Que tô! Eu Tô Que Tô!
Eu Tô Que tô! Eu Tô Que Tô!
La luz a la media boca
Besame mucho loca
Não, isso não
Me dá coceira...(2x)
Vem cá minha compoteira
Balança essa pasmaceira
Me bate com a cabideira
Me chama de lavadeira...
Não grita, não dá bandeira
Periga marcar bobeira
Quebrei o pé da cadeira
Cuidado com a cristaleira...
Segura, me deu gagueira
Eu juro que é verdadeira
Disfarça e chama a enfermeira
Tá dando uma tremedeira
Mamãe, viva o Zé Pereira!
Cadê meu advogado?...
Eu Tô Que Tô! Eu Tô Que Tô!
Eu Tô Que Tô! Eu Tô Que Tô!
Eu Tô Que Tô! Eu Tô Que Tô!
Eu Tô Que Tô! Eu Tô Que Tô!
Eu Tô Que Tô! Eu Tô Que Tô!
Eu Tô Que Tô! Eu Tô Que Tô!
Eu Tô Que Tô! Eu Tô Que Tô!
Eu Tô! Eu Tô! Eu Tô!
Sonho Meu por exemplo é um ritmo muito bom. Esse sambinha é da Dona Ivone Lara e isso eu sei porque pesquisei para citar em um dos capítulos do Atlântico nos Separa. Embala a parte em que chego em Portugal para pesquisar. Sonho meu, sonho meu, vai buscar a quem mora longe, sonho meu...
Quantas outras músicas vão marcando a nossa vida... Se eu fosse fazer uma retrospectiva, cada momento tem uma trilha sonora. Mas seria muito lembrar de cada trilha porque o senhor do tempo traz o esquecimento, ainda mais que todo dia aparece uma música nova, daquelas que melhoram o dia-a-dia ou aquelas chatésimas que também envolvem porque não param de tocar. Ao lado da minha casa, por exemplo, tem uma república que, se um dia parar de fazer algum som, vou pensar que me mudei. Mas o pior é quando começam a cantar. Aí mora o perigo, como dói.
Só não me incomoda tanto porque já entrou no meio dos outros barulhos e me concentro no isolamento do raciocínio. Até porque entendo a necessidade de expandir o instrumento mais rápido de comunicação: começamos todos pelo uga buga antes de aprendermos a falar mamãe! Eu to que to!!!
Fiquei até curiosa para relembrar a letra. Com a ajuda do terra, não tem dificuldades:
Tô Que Tô
Vem cá de qualquer maneira
Balança minha roseira
Me bate de brincadeira
Me chama de traiçoeira...
Me tranca na geladeira
Apaga minha fogueira
Promete qualquer besteira
Que eu fico toda faceira...
Tortura essa brasileira
Me arranha com a pulseira
Me enforca na trepadeira
Pendura minha chuteira
Menino, mas que zoeira!
Cadê meu advogado?...
Eu Tô Que tô! Eu Tô Que Tô!
Eu Tô Que tô! Eu Tô Que Tô!
La luz a la media boca
Besame mucho loca
Não, isso não
Me dá coceira
La luz a la media boca
Besame mucho loca
Não, não, não isso não
Me dá coceira...
Vem cá minha compoteira
Balança essa pasmaceira
Me bate com a cabideira
Me chama de lavadeira...
Não grita, não dá bandeira
Periga marcar bobeira
Quebrei o pé da cadeira
Cuidado com a cristaleira...
Segura, me deu gagueira
Eu juro que é verdadeira
Disfarça e chama a enfermeira
Tá dando uma tremedeira
Mamãe, viva o Zé Pereira!
Cadê meu advogado?...
Eu Tô Que tô! Eu Tô Que Tô!
Eu Tô Que tô! Eu Tô Que Tô!
La luz a la media boca
Besame mucho loca
Não, isso não
Me dá coceira...(2x)
Vem cá minha compoteira
Balança essa pasmaceira
Me bate com a cabideira
Me chama de lavadeira...
Não grita, não dá bandeira
Periga marcar bobeira
Quebrei o pé da cadeira
Cuidado com a cristaleira...
Segura, me deu gagueira
Eu juro que é verdadeira
Disfarça e chama a enfermeira
Tá dando uma tremedeira
Mamãe, viva o Zé Pereira!
Cadê meu advogado?...
Eu Tô Que Tô! Eu Tô Que Tô!
Eu Tô Que Tô! Eu Tô Que Tô!
Eu Tô Que Tô! Eu Tô Que Tô!
Eu Tô Que Tô! Eu Tô Que Tô!
Eu Tô Que Tô! Eu Tô Que Tô!
Eu Tô Que Tô! Eu Tô Que Tô!
Eu Tô Que Tô! Eu Tô Que Tô!
Eu Tô! Eu Tô! Eu Tô!
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Cartas na mesa
Fluxo da informação; acesso à informação; interesse público; comunicação pública, políticas de comunicação - PONTO - Fechei por hoje os conceitos da minha dissertação. Não há nenhum pioneirismo dissertar coletivamente, costurar pensamentos e criticar, dissecar cada parâmetro, cada possibilidade, encher de probabilidades e depois torcer até chegar a algo que se consiga defender até a última cruzada. Depois, da última se recomeça, mas pelo menos temos um ponto de chegada, finito.
Escrevi, reescrevi, cortei, apaguei, refiz, falei do mesmo jeito com outras palavras... reticências, ponto, exclamação. Vou seguir para além da teoria crítica, sem ser pós-moderna, nem isso nem aquilo, mas na minha construção, diversidades de pensamentos. Sem ficar só em Habermas, mas usando uns pontinhos do modelo comunicativo desse menino alemão de 80 aninhos. O danadinho considera o ser mais estúpido o discípulo que segue uma teoria que não deve ser seguida, mas ser refutada, criticada, repensada, nunca repetida. Para ele, uma teoria pensada produz outra teoria e se não pensada, é porque é uma cópia da cópia... Triste fim de ser discípulo nesse caso das teorias.
Portanto, se é releitura ou epistemologia, análise crítica ou outra coisa que apresente o olhar inovador, vamos às possibilidades conceituais, à circulação cultural possibilitada pelas mediações; ao fluxo da informação que provoca uma mudança estrutural em todas as esferas, que sejam públicas, privadas, coletivas, individuais, popular ou de massa, que provoquem a inteligência coletiva ou a sociedade composta por redes e nós.
Que venha a interatividade, a participação pública e a opinião individual. Que seja feito o reino da esperança e das políticas plenas de comunicação e do direito à informação de interesse público. Que as informações fiquem ao alcance do meu tio lá na Pedreira e da minha madrinha lá na Serrota , eles que sabem usar as informações sem nunca reproduzi-las, que criam outros significados bem mais bonitos do que antes foram um dia.//
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Touch screen
Tela sensível ao toque.. mas já fui ao banco e tentei alguns comandos nessas telas, tipo touch screen, mas desobederam ao meu toque. Vejo que algumas telas deixam ou não querem ser tão sensíveis assim e desobedecem. Endurecidas e teimosas, como tantos outros desses aparelhos que estão cada vez mais descartáveis. A indústria tecnológica está fabricando produtos cada vez mais atrativos, mas que rapidamente se transformam em lixo. Queimam ou perdem algumas funções como se tivessem um comando autodestrutível nas mãos dos desavisados.
Na verdade acompanham somente os desejos imediatos: não podem mesmo ser muito duráveis. Toda hora chega mais novidades. Agora é o IPAD. E eu nem toquei ainda no iphone.rs. A preço médio de 500 dólares, o IPAD é um video-leitor, principalmente para ebooks, com tela touch. Tem funções de um computador, videogame, toca música, e tals, mas dizem que não acessa a net e outras coisitas mais que fazem chegar a conclusão que é proposital. Falta isso ou aquilo para que outros produtos e outras indústrias continuem no ranking comercial. Rotatividade e fluxo de mercado consumista.
Falar nisso minha tela está com acúmulo de dados: pó, poeira e sinais de dedos, e não é pelo touch, mas pelo uso contínuo e intenso.
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