Segundo o site www.tiosam.net, van Winkle é o nome de uma narrativa curta, escrita por Washington Irving, sendo também o nome do protagonista desse conto escrito durante um estágio de Irving na Inglaterra. Conta sobre os tempos antes e após a Revolução Norte Americana, em que Rip Van Winkle foge para a floresta por pavor de sua esposa muito má. Depois de muitas aventuras, encontra uma árvore frondosa para descansar, mas adormece e só acorda vinte anos depois, regressando para sua vila. Ao chegar arruma uma baita encrenca por saudar e aplaudir George III, sem saber da revolucão que tinha derrubado a monarquia, muito menos da revolta ainda presente no povo.
Por causa desse conto, quando uma pessoa dorme muito ou de outro modo não percebe que as coisas mudaram, pode ser chamado de Rip van Winkle.
"Quando secam os oásis utópicos, estende-se um deserto de banalidade e perplexidade.” J.Habermas
quarta-feira, 14 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
particularidade x democracia
Um grande amigo me disse que esse nome ZAPATILLA não combinava muito comigo ainda mais pelo som tão diferente na leitura do espanhol, sendo uma brasileira que gosta tanto do português. A mim, o som dessa palavra em espanhol embeleza muito sua escrita e provoca pensar a sonoridade de ambas as línguas. Do seu início Zeta, lembra a não existência do 'ç' tão disinto no português; do LL o som do 'cha' mesclado talvez a um j ou a um t inexistente, dependendo da dobradura da língua!
E ainda, apesar de discordar de violência, tem um manifesto revolucionário na palavra por fazer lembrar o mexicano Emiliano Zapata - sua política "Tierra y libertad"! Foi o jeito encontrado por ele para lutar por direitos e se posicionar contra a ditadura de Porfírio Diaz, o porfiriato exterminado na revolução mexicana de 1911. Tenho a impressão que os seus parceiros revolucionários usavam alpercatas, digo, zapatillas!!
Os blogs têm essa distinção - unem as escolhas entre a comunicação, o fazer-se entender, e as escolhas simbólicas de seus autores - A palavra zapatilla reforça minha latinidade e a minha condição de ir e vir, da caminhada entre as línguas e seus territórios. Reforça minha representação nata de retirante nordestino.
Não teve jeito, gostei mais ainda da palavra, gostei daqui, continuo de chinelo de dedos, alpercatas ou zapatilla mexicana! Viva os regionalismos e seus nomes locais e, em tempos de Internet, escolho o mais abrangente: Zapatilla para seguir por los camiños de america.
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E ainda, apesar de discordar de violência, tem um manifesto revolucionário na palavra por fazer lembrar o mexicano Emiliano Zapata - sua política "Tierra y libertad"! Foi o jeito encontrado por ele para lutar por direitos e se posicionar contra a ditadura de Porfírio Diaz, o porfiriato exterminado na revolução mexicana de 1911. Tenho a impressão que os seus parceiros revolucionários usavam alpercatas, digo, zapatillas!!
Os blogs têm essa distinção - unem as escolhas entre a comunicação, o fazer-se entender, e as escolhas simbólicas de seus autores - A palavra zapatilla reforça minha latinidade e a minha condição de ir e vir, da caminhada entre as línguas e seus territórios. Reforça minha representação nata de retirante nordestino.
Não teve jeito, gostei mais ainda da palavra, gostei daqui, continuo de chinelo de dedos, alpercatas ou zapatilla mexicana! Viva os regionalismos e seus nomes locais e, em tempos de Internet, escolho o mais abrangente: Zapatilla para seguir por los camiños de america.
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segunda-feira, 12 de abril de 2010
Notícias do MPF - Caso Verón
Em relação ao material publicado pela assessoria do Ministério Público Federal (MS), a notícia ruim é o adiamento do julgamento dos reús, a parte muito boa é a mudança de foro. Vale a pena ler isso - considero uma vitoria grande ver que é possivel serem feitos julgamentos mais isentos, buscando diminuir os interesses particulares que imperam em uma região. Tendo o 'nosso juiz' odilon, o mais brasileiro dos juízes em meio a isso, acredito na intenção, torcendo para que aconteça isso mais vezes, principalmente em relação aos crimes que acontecem na região da grande Amazonas.
A Justiça Federal de São Paulo decidiu, nesta segunda-feira (12/04), adiar para o próximo dia
3 de maio, às 11h, o júri de três funcionários da Fazenda Brasília do Sul, no município de Juti,
na região de Dourados, em Mato Grosso do Sul, acusados de matar a pauladas o cacique
Marcos Veron, então com 72 anos, conhecido líder dos índios Guarani-Kaiowá e de tentar
matar outros seis indígenas, entre os dias 12 e 13 de janeiro de 2003.
O júri foi adiado após o advogado Josephino Ujacow, que comanda a defesa dos réus, ter
apresentado atestado subscrito pelo Médico Psiquiatra Antonio Carlos G. Queiroz, declarando
que o advogado estava sob seus “cuidados profissionais, sob psicoterapia armada”, devendo
afastar-se de atividades profissionais por 20 dias.
O adiamento frustrou as expectativas não só da comunidade indígena Takuara, mas de toda a
comunidade indígena do Estado de Mato Grosso do Sul, que aguarda há mais de sete anos a solução do caso.
A juíza Paula Mantovani Avelino, da 1ª Vara Federal de São Paulo, que presidirá o júri, apesar da presença de outros advogados de defesa, aceitou o atestado e remarcou o julgamento para 3 de maio, mas informou a todos os presentes que, caso algum dos defensores habilitados não compareça à próxima audiência, a defesa será assumida por membros da Defensoria Pública da União, a quem foi determinado que tome ciência dos autos.
No caso Veron, os réus Estevão Romero, Carlos Roberto dos Santos e Jorge Cristaldo Insabralde serão submetidos a júri popular. O quarto acusado, Nivaldo Alves Oliveira, está foragido, e o processo em relação a ele foi desmembrado e suspenso. Os denunciados ficaram presos preventivamente por quase 4 anos e 6 meses, tendo sido soltos por meio de um habeas corpus concedido pela 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal. Foi relator o ministro Gilmar Mendes, que reconheceu excesso de prazo na prisão preventiva. O MPF ofereceu ainda uma segunda denúncia no caso, em outubro de 2008, contra outras 24 pessoas envolvidas no crime.
Foram designados pela Procuradoria Geral da República para atuar no caso os procuradores da República Marco Antônio Delfino de Almeida (PR-MS) e Vladimir Aras (PR-BA). A Funai foi admitida como assistente de acusação e será representada no júri pelo procurador federal Derly Fiuza.
“Há um grande preconceito contra os índios, com se houvesse um conflito entre o modo de vida indígena e o agronegócio, que é muito forte naquela região”, afirma Aras. Esse conflito se acentua, na avaliação do procurador, à medida que o agronegócio se expande e os índios intensificam a luta pelas terras que consideram como tradicionais.
Segundo argumentou o MPF, existe um forte preconceito contra o povo indígena por parte de membros importantes da sociedade sul-mato-grossense. Entre as críticas aos indígenas, proferidas pela Assembleia Legislativa apenas dois meses após a morte de Veron, estava o fato de os índios terem enterrado o líder na própria área ocupada, o que ocorreu sob o amparo
de uma decisão da Justiça Federal proferida em resposta a uma Ação Civil Pública do MPF e,por esse motivo, a instituição também foi criticada por "apoiar indistintamente as invasões de terras privadas".
Acusações
Além do homicídio duplamente qualificado pelo motivo torpe e meio cruel (o cacique foi morto a golpes na cabeça), o MPF e a Funai sustentarão a ocorrência de um crime de tortura, seis tentativas qualificadas de homicídio, seis crimes de sequestro, fraude processual e formação de quadrilha.
O processo começou na Justiça Federal de Dourados (MS) e foi conduzido desde o início pelos procuradores da República Charles Stevan da Mota Pessoa e Ramiro Rockenbach da Silva.
A Justiça Federal foi firmada competente com base nos artigos 109 e 231, da Constituição,pois o crime ocorreu em virtude de disputa sobre direitos indígenas, uma vez que o grupo de Veron reivindicava a anexação da área da fazenda à terra indígena, processo que estava sob a competência da Funai, órgão ao qual compete demarcar a terra indígena, proteger e fazer respeitar todos os seus bens.
A acusação do MPF foi recebida pelo juiz federal Odilon de Oliveira, que determinou que os réus fossem submetidos à júri popular. Com a transferência do júri para São Paulo, passa a presidí-lo a juíza Paula Mantovani Avelino. A investigação policial foi realizada pelo DPF João
Carlos Girotto, que foi arrolado como testemunha do MPF para o plenário. Outras onze pessoas serão ouvidas como testemunhas da acusação, entre as quais sete vítimas do ataque. Oito cidadãos prestarão depoimento como testemunhas da defesa.
Caso raro
Apesar de os acusados pelo assassinato de Marcos Veron irem a julgamento, em Mato Grosso do Sul existem diversos outros casos de violência contra indígenas que não tiveram o mesmo destino.
Em novembro de 2010, dois professores indígenas da etnia guarani-kaiowá desapareceram após ocupação de uma fazenda em Paranhos, fronteira com o Paraguai. Apenas o corpo de um deles foi encontrado.
Em 18 de setembro de 2009, um grupo armado atacou um acampamento Guarani, às margens da BR-483, na região conhecida como Curral do Arame, a dez quilômetros de Dourados (MS). Um índio de 62 anos foi ferido por tiros, outros indígenas foram agredidos e barracos e objetos foram queimados. Não se conhecem ainda os autores do ataque.
Indígenas da etnia Terena, que ocupavam área tradicional onde incide a fazenda Querência São José, em Dois Irmãos do Buriti, gravaram em vídeo e áudio ação de despejo realizadapela Polícia Militar, sem ordem judicial de reintegração de posse. A ação ocorreu em 19 novembro de 2009.
Em dezembro de 2009, indígenas da etnia Terena, que retomaram parte da fazenda Petrópolis, que faz parte da área declarada pelo Ministério da Justiça como Terra Indígena Cachoeirinha, em Miranda, denunciaram ter sofrido ameaças depois que o TRF-3 suspendeu ordem de reintegração de posse. O STF determinou a desocupação da área, mas os indígenas pedem prazo para colher as lavouras já cultivadas.
Para o procurador da República Marco Antonio Delfino de Almeida, “todos os casos apontados mostram que infelizmente a violência contra povos indígenas não é um fato isolado nem uma questão ultrapassada. O que se espera do poder público e do Judiciário é uma ação imparcial para que ocorra a efetiva proteção dos povos indígenas”
Com informações da PR-SP e Justiça Federal de São Paulo
Assessoria de Comunicação Social
Procuradoria da República em Mato Grosso do Sul
(67) 3312 7265/ 3312 7283 / 9297 1903
ascom@prms.mpf.gov.br
www.prms.mpf.gov.br
www.twitter.com/mpf_ms
Júri sobre a morte do cacique Veron é adiado para maioAdvogado não compareceu ao júri, alegando problemas de saúde
A Justiça Federal de São Paulo decidiu, nesta segunda-feira (12/04), adiar para o próximo dia
3 de maio, às 11h, o júri de três funcionários da Fazenda Brasília do Sul, no município de Juti,
na região de Dourados, em Mato Grosso do Sul, acusados de matar a pauladas o cacique
Marcos Veron, então com 72 anos, conhecido líder dos índios Guarani-Kaiowá e de tentar
matar outros seis indígenas, entre os dias 12 e 13 de janeiro de 2003.
O júri foi adiado após o advogado Josephino Ujacow, que comanda a defesa dos réus, ter
apresentado atestado subscrito pelo Médico Psiquiatra Antonio Carlos G. Queiroz, declarando
que o advogado estava sob seus “cuidados profissionais, sob psicoterapia armada”, devendo
afastar-se de atividades profissionais por 20 dias.
O adiamento frustrou as expectativas não só da comunidade indígena Takuara, mas de toda a
comunidade indígena do Estado de Mato Grosso do Sul, que aguarda há mais de sete anos a solução do caso.
A juíza Paula Mantovani Avelino, da 1ª Vara Federal de São Paulo, que presidirá o júri, apesar da presença de outros advogados de defesa, aceitou o atestado e remarcou o julgamento para 3 de maio, mas informou a todos os presentes que, caso algum dos defensores habilitados não compareça à próxima audiência, a defesa será assumida por membros da Defensoria Pública da União, a quem foi determinado que tome ciência dos autos.
Caso transferidoO caso foi desaforado do Mato Grosso do Sul para São Paulo, a pedido do Ministério Público Federal, por dúvida quanto à isenção dos jurados locais, argumento aceito pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região, devido ao notável preconceito da população e autoridades locais com os índios. Este foi o terceiro caso de desaforamento interestadual do Brasil. Os dois primeiros ocorreram no julgamento do ex-deputado federal Hildebrando Pascoal. Dois de seus júris federais foram transferidos de Rio Branco (AC) para Brasília
No caso Veron, os réus Estevão Romero, Carlos Roberto dos Santos e Jorge Cristaldo Insabralde serão submetidos a júri popular. O quarto acusado, Nivaldo Alves Oliveira, está foragido, e o processo em relação a ele foi desmembrado e suspenso. Os denunciados ficaram presos preventivamente por quase 4 anos e 6 meses, tendo sido soltos por meio de um habeas corpus concedido pela 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal. Foi relator o ministro Gilmar Mendes, que reconheceu excesso de prazo na prisão preventiva. O MPF ofereceu ainda uma segunda denúncia no caso, em outubro de 2008, contra outras 24 pessoas envolvidas no crime.
Foram designados pela Procuradoria Geral da República para atuar no caso os procuradores da República Marco Antônio Delfino de Almeida (PR-MS) e Vladimir Aras (PR-BA). A Funai foi admitida como assistente de acusação e será representada no júri pelo procurador federal Derly Fiuza.
“Há um grande preconceito contra os índios, com se houvesse um conflito entre o modo de vida indígena e o agronegócio, que é muito forte naquela região”, afirma Aras. Esse conflito se acentua, na avaliação do procurador, à medida que o agronegócio se expande e os índios intensificam a luta pelas terras que consideram como tradicionais.
Segundo argumentou o MPF, existe um forte preconceito contra o povo indígena por parte de membros importantes da sociedade sul-mato-grossense. Entre as críticas aos indígenas, proferidas pela Assembleia Legislativa apenas dois meses após a morte de Veron, estava o fato de os índios terem enterrado o líder na própria área ocupada, o que ocorreu sob o amparo
de uma decisão da Justiça Federal proferida em resposta a uma Ação Civil Pública do MPF e,por esse motivo, a instituição também foi criticada por "apoiar indistintamente as invasões de terras privadas".
Acusações
Além do homicídio duplamente qualificado pelo motivo torpe e meio cruel (o cacique foi morto a golpes na cabeça), o MPF e a Funai sustentarão a ocorrência de um crime de tortura, seis tentativas qualificadas de homicídio, seis crimes de sequestro, fraude processual e formação de quadrilha.
O processo começou na Justiça Federal de Dourados (MS) e foi conduzido desde o início pelos procuradores da República Charles Stevan da Mota Pessoa e Ramiro Rockenbach da Silva.
A Justiça Federal foi firmada competente com base nos artigos 109 e 231, da Constituição,pois o crime ocorreu em virtude de disputa sobre direitos indígenas, uma vez que o grupo de Veron reivindicava a anexação da área da fazenda à terra indígena, processo que estava sob a competência da Funai, órgão ao qual compete demarcar a terra indígena, proteger e fazer respeitar todos os seus bens.
A acusação do MPF foi recebida pelo juiz federal Odilon de Oliveira, que determinou que os réus fossem submetidos à júri popular. Com a transferência do júri para São Paulo, passa a presidí-lo a juíza Paula Mantovani Avelino. A investigação policial foi realizada pelo DPF João
Carlos Girotto, que foi arrolado como testemunha do MPF para o plenário. Outras onze pessoas serão ouvidas como testemunhas da acusação, entre as quais sete vítimas do ataque. Oito cidadãos prestarão depoimento como testemunhas da defesa.
Caso raro
Apesar de os acusados pelo assassinato de Marcos Veron irem a julgamento, em Mato Grosso do Sul existem diversos outros casos de violência contra indígenas que não tiveram o mesmo destino.
Em novembro de 2010, dois professores indígenas da etnia guarani-kaiowá desapareceram após ocupação de uma fazenda em Paranhos, fronteira com o Paraguai. Apenas o corpo de um deles foi encontrado.
Em 18 de setembro de 2009, um grupo armado atacou um acampamento Guarani, às margens da BR-483, na região conhecida como Curral do Arame, a dez quilômetros de Dourados (MS). Um índio de 62 anos foi ferido por tiros, outros indígenas foram agredidos e barracos e objetos foram queimados. Não se conhecem ainda os autores do ataque.
Indígenas da etnia Terena, que ocupavam área tradicional onde incide a fazenda Querência São José, em Dois Irmãos do Buriti, gravaram em vídeo e áudio ação de despejo realizadapela Polícia Militar, sem ordem judicial de reintegração de posse. A ação ocorreu em 19 novembro de 2009.
Em dezembro de 2009, indígenas da etnia Terena, que retomaram parte da fazenda Petrópolis, que faz parte da área declarada pelo Ministério da Justiça como Terra Indígena Cachoeirinha, em Miranda, denunciaram ter sofrido ameaças depois que o TRF-3 suspendeu ordem de reintegração de posse. O STF determinou a desocupação da área, mas os indígenas pedem prazo para colher as lavouras já cultivadas.
Para o procurador da República Marco Antonio Delfino de Almeida, “todos os casos apontados mostram que infelizmente a violência contra povos indígenas não é um fato isolado nem uma questão ultrapassada. O que se espera do poder público e do Judiciário é uma ação imparcial para que ocorra a efetiva proteção dos povos indígenas”
Com informações da PR-SP e Justiça Federal de São Paulo
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Procuradoria da República em Mato Grosso do Sul
(67) 3312 7265/ 3312 7283 / 9297 1903
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domingo, 11 de abril de 2010
Meditação
um dia uma criança me parou, olhou-me nos meus olhos a sorrir, caneta e papel na sua mão: tarefa escolar para cumprir. E perguntou no meio de um sorriso o que é preciso para ser feliz. Amar como Jesus amou, sonhar como Jesus sonhou, pensar como Jesus pensou, Viver como Jesus viveu, sentir o que Jesus sentia,Sorrir como Jesus sorria, E ao chegar ao fim do dia eu sei que dormiria muito mais feliz.
Essa letra do padre zezinho dá o recado completo. É oração e política. Jesus nos apresentou o nível mais alto da política que queremos ter e essa letra aponta a responsabilidade do que se faz. Mas, ao mesmo tempo, lembra-nos que não se faz sofrendo nem fazendo tudo a ferro e fogo. É uma canção tão bonita e tão certeira que só de lembrar já é uma oração.
Dia de domingo faço uma reflexão, mínima que seja, mas quase sempre encontro sintonia e encanto. É um dia de passeios dominicais em que se vê muitos sorrindo, cheios de energia, não estão nem aí para o que se faz nos outros dias da semana. É ótimo dar uma volta e sentir o cheiro de domingo no ar, apesar de tantas tristezas que vemos pelas tragédias em que os jornalistas culpam o clima!
Que culpa tem o clima quando há tanta responsabilidade e nomes para listar?
Essa música do padre zezinho inquieta qualquer um - cobra duro e já diz que só se dorme feliz se estivermos cansados por provocar alguma mudança. Nessas horas fico com dificuldade de pensar como se consegue rezar o dia inteiro, ou ficar horas em uma meditação! Pelo visto estou longe desse nível.
//
sábado, 10 de abril de 2010
Um momento, por favor!
"Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei. Pra você correr macio"* - Música boa, sábado de sol, manhã de risadas e tarde morna como colo de mãe. Em um dia como esse, nada como um almoço com amigos para as cobranças temporais ficarem bem longe! Lá do outro lado do próximo momento!
A tranquilidade que merecemos e precisamos é igualzinho à felicidade: feita de momentos breves no tempo, contudo, eternos na vida.
Se esses momentos forem esquecidos por alguma razão, faz parte de sua leveza não carregarem nossa memória. Não são nada egoístas, pois se juntam a outros e mais outros, em uma soma que nos fazem mais leves, propensos a novos momentos.
Nossas grandes amizades, seja a que acompanha a vida toda ou por uma ocasião e lugar, conquistamos por momentos espontâneos, em que esquecemos nossas correrias e cobranças diárias. Se inumeráveis ou unzinho somente, demorados ou curtinhos, lá vem aquela conversa boa, por vezes mesclada de silêncios tão singelos que nem pensamos em mais nada. Feitos ali, sem marcar hora ou lugar. Os momentos São, Estão, Passam ou Ficam no dinamismo dos nossos dias.
A tabelinha do tempo é boa para nos organizarmos, e melhor quando a esquecemos por momentos que são bons e ponto/
E ainda nem são cinco horas! O tempo só passa rápido quanto pensamos muito nele.//
*Sobre o tempo (John Ulhoa) Pato Fu
A tranquilidade que merecemos e precisamos é igualzinho à felicidade: feita de momentos breves no tempo, contudo, eternos na vida.
Se esses momentos forem esquecidos por alguma razão, faz parte de sua leveza não carregarem nossa memória. Não são nada egoístas, pois se juntam a outros e mais outros, em uma soma que nos fazem mais leves, propensos a novos momentos.
Nossas grandes amizades, seja a que acompanha a vida toda ou por uma ocasião e lugar, conquistamos por momentos espontâneos, em que esquecemos nossas correrias e cobranças diárias. Se inumeráveis ou unzinho somente, demorados ou curtinhos, lá vem aquela conversa boa, por vezes mesclada de silêncios tão singelos que nem pensamos em mais nada. Feitos ali, sem marcar hora ou lugar. Os momentos São, Estão, Passam ou Ficam no dinamismo dos nossos dias.
A tabelinha do tempo é boa para nos organizarmos, e melhor quando a esquecemos por momentos que são bons e ponto/
E ainda nem são cinco horas! O tempo só passa rápido quanto pensamos muito nele.//
*Sobre o tempo (John Ulhoa) Pato Fu
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Mídia
Apesar de começar com um dos mais famosos gerúndios, o site Fazendo Media está bem interessante esta semana. Para quem não foi no Simpósio de Comunicação e Cultura da América Latina, por exemplo, tem um artigo bastante interessante do Paulo Pastor sobre o evento. http://www.fazendomedia.com/?p=3237
Outro artigo que está na capa de hoje é 'Sobre Mídia e Política' do Marcello Salles analisando a tragédia desta semana no Rio de Janeiro. Uma situação de tristeza bem numa época em que se discutem as fatias do bolo financeiro relacionado ao pré-sal.
É uma dica boa acompanhar o http://www.fazendomedia.com/
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Outro artigo que está na capa de hoje é 'Sobre Mídia e Política' do Marcello Salles analisando a tragédia desta semana no Rio de Janeiro. Uma situação de tristeza bem numa época em que se discutem as fatias do bolo financeiro relacionado ao pré-sal.
É uma dica boa acompanhar o http://www.fazendomedia.com/
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quinta-feira, 8 de abril de 2010
Celacom 2010 II
Aos interessados no evento e nas participações nos grupos de estudo, a organização avisou que as inscrições e envio de trabalhos foram adiados para o dia 30 de abril. Vai ser possível reunir mais pesquisadores, rever amigos, comparar e analisar estudos! Olha só:
Celacom 2010 - Inscrições adiadas
Prazo foi adiado para o dia 30 de abril.
O evento ocorre entre os dias 17 e 19 de maio, na Fundação Memorial da América Latina (São Paulo - SP). O tema central é "Televisão na América Latina: 60 anos de Aculturação, Mestiçagem, Mundialização"..
O Celacom - Colóquio Internacional sobre a Escola Latino-Americana de Comunicação - comemora em 2010 os 60 anos de televisão no Brasil, a primeira da América do Sul e a segunda da América Latina. .
O PRAZO PARA ENVIO DOS TRABALHO FOI ADIADO PARA O DIA 30 DE ABRIL. .
O link http://www2.metodista.br//unesco/index.htm
inclui informações para saber sobre a formatação dos trabalhos, conferir a programação, inscrever os trabalhos, preencher a ficha de inscrição e tudo o mais que o candidato necessitar. Caso ainda queira mais informações o telefone é(11) 4366-5819.
boa sorte a tod@s!!
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Celacom 2010 - Inscrições adiadas
Prazo foi adiado para o dia 30 de abril.
O evento ocorre entre os dias 17 e 19 de maio, na Fundação Memorial da América Latina (São Paulo - SP). O tema central é "Televisão na América Latina: 60 anos de Aculturação, Mestiçagem, Mundialização"..
O Celacom - Colóquio Internacional sobre a Escola Latino-Americana de Comunicação - comemora em 2010 os 60 anos de televisão no Brasil, a primeira da América do Sul e a segunda da América Latina. .
O PRAZO PARA ENVIO DOS TRABALHO FOI ADIADO PARA O DIA 30 DE ABRIL. .
O link http://www2.metodista.br//unesco/index.htm
inclui informações para saber sobre a formatação dos trabalhos, conferir a programação, inscrever os trabalhos, preencher a ficha de inscrição e tudo o mais que o candidato necessitar. Caso ainda queira mais informações o telefone é(11) 4366-5819.
boa sorte a tod@s!!
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